Arquivo de tag literatura

porMelissa de Sá

Resenha contos #3

Mais uma resenha de contos por aqui. Nada como um bom conto em e-book para alegrar o dia numa leitura rápida de uma sentada. Ótimo para enfrentar filas e esperar ônibus. Lembrando que por aqui falo de contos não-fantásticos. Para outros gêneros, visite o meu blog literário Livros de Fantasia.

Dois contos românticos bem diferentes, mas muito bons. Ler mais

porMelissa de Sá

Uma escritora na Bienal do Livro Rio 2015

Essa foi a primeira Bienal que participei como autora. E foi uma experiência incrível. Encontrei amigos escritores, conheci outros, pude abraçar mais uns finalmente. Autografei, conversei com leitores, descobri livros novos. Tenho certeza – e as fotos captaram isso – que estava com os olhos brilhando.

Nove em cada dez escritores têm o sonho de se expor numa Bienal. Comigo não foi diferente. Ler mais

porMelissa de Sá

Lista de Livros Lidos em 2011

Seguindo o exemplo do ano passado, estou postando minha Lista de Livros Lidos em 2011. Sim, eu sei que o Skoob faz isso, mas sempre acho legal postar aqui no blog e ter um olhar mais distante do que realmente li esse ano.

Primeiramente, tenho que dizer que por conta da faculdade, acabo lendo muitos textos e livros teóricos. Bem, não os coloquei na lista. Só incluí mesmo romanes, livros de contos completos, peças de teatro, livros de auto-ajuda/saúde s e livros de ensaios completos. E no final, vai minha lista de releituras.

Acho que está na ordem de leitura. Acho.

Confira a lista!  Ler mais

porMelissa de Sá

Resenha de Filme: Meia-Noite em Paris

Bem humorado, leve e inteligente, Meia-Noite em Paris é uma boa opção para um cineminha de fim de tarde. Com piadas inteligentes e um monte de referências à literatura, é com certeza um excelente retorno de Woody Allen.

O filme explora os sonhos de Gil Pender, um roteirista de Hollywood, que, cansado de faturar milhões em roteiros super clichés, decide escrever um livro. Aproveitando uma inesperada viagem para Paris, ele decide se inspirar na cidade, mas encontra uma oposição na figura de sua noiva, Inez, que acha que ele é um sonhador. Envolto pela atmosfera fútil de Inez e seus pais (sim, os sogros estão na viagem) e no pedantismo de um casal amigo, Gil encontra refúgio na última badalada da meia-noite quando pega carona num carro antigo e vai parar na Paris dos anos 20, que, para Gil, é a melhor época que já existiu.

Gil então começa a passar a noite com o casal Scott e Zelda Fitzgerald, Ernest Hemingway, T.S.Eliot e Pablo Picasso, e tem seu livro analisado por ninguém menos que Gertrud Stein. Os dias então começam a ficar enfadonhos para ele que começa a questionar seu relacionamento com Inez e a ansiar desesperadamente pela última badalada para assim começar sua balada com o pessoal da década de 20.

O filme é divertido e conta com uma performance muito cativante de Owen Wilson no papel principal. Mas a cena é roubada toda vez que Ernest Hemingway aparece procurando uma briga ou fazendo qualquer outra coisa muito muito máscula. hahahahaha Lembrando que o filme provavelmente vai ser mais engraçado se você tem alguma noção de literatura em língua inglesa o suficiente para saber: que Hemingway era um tipo super masculino (foi pra guerra, voltou, escreveu livros sobre guerra, pescava, caçava, brigava, etc) e tinha predileção pela escrita super enxuta; que Scott Fitzgerald é em alguns círculos até hoje considerado um autor menor e que havia muita polêmica em relação a seu casamento com Zelda, que, na vista das pessoas, tinha inveja do talento do marido; que nos anos 20 a onda era surrealismo e por aí vai. Mas confesso que apesar de ter rolado de rir com as piadas literárias, não entendi metade das piadas sobre pintura.

Mas mesmo com esse apelo um tanto intelectual, o filme não é pedante e quem não saca nada também pode se divertir com essa comédia romântica. O final é um tanto cliché, mas isso não tira de modo algum o mérito da produção e/ou do roteiro. Recomendo muito.

Meia Noite em Paris está concorrendo a três Oscars esse ano: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original. Acho que não vai ganhar nenhum, mas se tiver alguma chance será em roteiro original.

porMelissa de Sá

O que é a verdade, o que é ser mulher e o que isso tudo tem a ver com The Runaways

Então, vamos começar do começo. E esse começo vem de uma idéia antiga para um post complicado sobre essa questão básica de “O que significa ser mulher? O que é expressar feminilidade?”. É o tipo de pergunta que não tem uma resposta pronta, direta. É o tipo de coisa que a gente pode divagar, discutir, pensar junto. Acredito que não possa ser respondido. E isso só daria um post – dando continuidade ao post da Sandy – enorme . Enorme mas talvez que as pessoas não fossem achar interessante porque seria longo e meio repetitivo. O que me leva à questão da verdade, que até comecei a questionar no post sobre o Carnaval, mas que também daria uma discussão longa e repetitiva. Me veio então a idéia de outro post sobre The Runaways que também seria longo e cansativo. A solução? Juntar os três temas numa coisa só. Ler mais

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