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porMelissa de Sá

4 Coisas que você precisa saber sobre Cherry Bomb

Rebeldia. Agressividade. Explosão. O maior clássico das Runaways é possivelmente também o maior ícone do rock feito por mulheres. A música de 1976  é, 36 anos depois, inspiração milhares de jovens. Esse post quer agora mostrar 5 aspectos de ´Cherry Bomb´ (envolvendo composição, significado e curiosidades) que você precisa saber.

Conheça “Cherry Bomb”! Ler mais

porMelissa de Sá

Discografia e História: The Runaways PARTE 4: Live in Japan

E finalmente mais um post da sequência que conta a história e a discografia da banda estado-unidense The Runaways e nada mais apropriado do que voltar essa coluna com a parte mais memóravel da história da banda que é a turnê japonesa de 1977.

Lembrando que esse post é parte do projeto Born to Be a Runaways Fan e que as fontes que eu uso para contar essa história são depoimentos ligados às integrantes da banda. Para conferir o que aconteceu nos anos anteriores da banda, clique aqui, e dê uma checada na bibliografia!

Depois da gravação de Queens of Noise, a Mercury Records, então gravadora das Runaways, investiu pesado em marketing para o novo álbum e para a nova turnê. A campanha englobava a confecção de camisetas, outdoors pela cidade e uma nova turnê nacional que dessa vez foi feita de avião e não num carro apertado, o que demonstrava um aumento da popularidade e do arrendamento da banda, o que não significava, é claro, que as garotas estivessem recebendo algum dinheiro. Ler mais

porMelissa de Sá

Discografia e História: The Runaways PARTE 3: Queens of Noise

Demorou, mas saiu o terceiro post sobre a trajetória de The Runaways que, mesmo depois de 3 meses, ainda continua como  termo mais procurado do blog seguido de “Jackie Fox”. Obrigada a todos que procuraram e comentaram. Esse blog tem orgulho de ser uma das poucas fontes seguras sobre The Runaways em português.

Só pra lembrar, esse post faz parte do projeto Born to Be a Runaways Fan e toda a informação veiculada foi retirada de declarações feitas pela própria banda. Para ler os posts anteriores, clique aqui.

Paramos em 1976 às vésperas da turnê da banda pela Europa. O último show da turnê nacional em solo americano foi no famoso Starwood L.A em Los Angeles, no dia13 de setembro. Kim Fowley recentemente contou em seu Facebook que o Led Zepepelin assistiu a esse show e que no final da apresentação, Robert Plant disse: “Isso funciona!”. O show é um marco histórico da banda, mas não só pelo reconhecimento artístico. Segundo a autobiografia de Cherie Currie, foi nesse show que ela vestiu pela primeira vez o infame espartilho branco. O traje que seria para sempre associado à sua imagem. Ler mais

porMelissa de Sá

Discografia e História: The Runaways – PARTE 2: The Runaways

Esse post é a continuação de uma série que traz a trajetória de The Runaways, a primeira banda de rock formada exclusivamente por garotas. Para ler o post anterior sobre o início da banda em 1975 clique aqui. Lembrando que essa idéia faz parte do projeto Born To Be a Runaways Fan e que todas as informações foram checadas em fontes relacionadas à banda. O que é fofoca musical não confirmada, eu sinalizo. E mais uma vez, no final do post temos a bibliografia. Então vamos continuar de onde paramos: Jackie Fox se torna uma Runaway.

É engraçado como a formação clássica das Runaways cria um esteriótipo dos vários tipos de garota. Jackie Fox comenta o fato em seu blog (fazendo um paralelo engraçado entre The Runaways e Spice Girls) e mais tarde Joan Jett diz a mesma coisa nos comentários em audio do filme The Runaways (estrelado por Kristen Stweart e Dakota Fanning). Se cada Runaway era um tipo de garota, então que tipos são esses? Ler mais

porMelissa de Sá

Miley Cyrus e Joan Jett????????? – Para o mundo que eu quero descer MESMO

Quando penso que nada mais no mundo pode me assustar, acontece uma coisa que abala toda a minha já precária estrutura. Depois de descobrir que Plutão não é mais um planeta, hoje me deparo com esse vídeo aí abaixo que até agora eu não consigo explicar: Joan Jett no programa da Oprah cantando com Miley Cyrus!!!!!!!!!!!

COMO ASSIM? WHAT THE HELL?

Resumindo a mini-apresentação do vídeo pra quem não sabe inglês, Joan Jett é a rocker queen de todos os tempos.  Facilmente identificada pelo cabelo super preto curto, os olhos marcados, a guitarra três acordes nervosa e a voz cortada, sempre no limite. Famosa pelo hit #1 “I love rock and roll” e por ser, bem, por ser a mulher mais autêntica e famosa do rock. Depois de Suzi Quatro, é a grande abridora de portas das mulheres do rock, um mundo assustadoramente e paradoxalmente machista. Aos 52 anos, Jett ainda faz shows e levanta multidões.

Já Miley Cyrus, bem… Miley Cyrus é filha de produtor e músico famoso e começou sua carreira no Disney Channel ficando famosa por fazer o papel de ninguém mais ninguém menos que… Hannah Montana. Recentemente Miley entrou numa empreitada para ser considerada “adulta” e se desvincular da imagem infantil do seriado. Para isso ela tentou cantar música country (que não colou), depois apelou para o sexy approach (que não pegou) e recentemente para o rock (que não rolou). No último rock em Rio ela fez três covers de músicas de Jett. E ela errou a letra das três. Sinceramente, duvido que ela seja “Jett´s biggest fan”. Fala sério.

Como é que essas duas podem estar cantando juntas? Eu juro que não consigo entender. Joan, você finalmente caducou ou a Oprah é tão influente assim? Sinceramente, tô chocada. Sem palavras.

Assistir as duas juntas é no mínimo bizarro. Miley fica parada igual uma estátua no palco, baixando a cabeça, tentando fazer uma pose rocker.  E o right and fro é tão duro que parece que ela vai vomitar. Observem especialmente 1:30. Dizer que a voz dela não cai bem pra rock é desnecessário. Não que ela não cante bem, Miley é afinada, mas pra cantar “I don´t give a damn to my bad reputation” a pessoa precisa demonstrar algum sentimento, no mínimo uma revoltinha leve. A roupa preta não convenceu também nem o cabelo super produzido que ela parecia estar bem receosa em balançar. Já Joan está com uma cara estranha e fica se esquivando de Miley. Ela até que tentou se aproximar da garota pra fazer uma fita, mas depois de quase levar uma cabeçada, desistiu (2:45). A apresentação não teve clima algum, as duas mal chegavam perto uma da outra e vale lembrar o olhar entediado de Joan em 2:55. A pegada clássica guitarrista com vocalista do rock não rolou, e mesmo com Miley tentando algumas investidas, Joan fingiu que não viu (3:25).

Miley se saiu melhor com “I hate myself for loving you”, talvez por ser uma música mais melódica. Nessa hora Joan até chegou perto dela. rs  A pior foi “Cherry Bomb”. Gente, “Cherry Bomb” exige força pra cantar, é um grito de guerra. Não é a toa que a música se chama  Cherry Bomb não Cherry Pie.

A veterana arranca os maiores aplausos da platéia e não é por menos. A mulher tem 35 anos de rock e mesmo que essa performance tenha sido meio morta, ainda foi legal. Já Miley… tadinha. Tentou forçar a voz, tentou balançar a cabeça, tentou de tudo. Mas ficou parecendo um esfregão, virando a cabeça de um lado pro outro.

A entrevista da Oprah no final foi sem sal. E alguém reparou que Joan e Miley não se abraçaram depois? Nem sequer vibraram? Que climão, hein? Mas pelo menos o vídeo vale por mais uma das frases de impacto de Joan “pushing back the pushing back” e pelo sorriso em 6:36.

Sinceramente, não entendi quais foram as forças do universo que conspiraram para essas duas estarem no mesmo palco, mas não quero ver essas forças em ação tão cedo.  Qual vai ser a próxima? J.K.Rowling e Stephanie Meyer num livro de contos?

*arrepios*

Antes tivesse colocado a Joan com a Avril Lavigne, que por sinal tem um cover muito bom de Bad Reputation. E eu to falando sério.

Vai aí o vídeo original de Bad Reputation.

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