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porMelissa de Sá

Resenha de Livro: Dos Passos da Bailarina

De fevereiro de 2009 a junho de 2013, Cássia Pires registrou em seu blog, Dos Passos da Bailarinasuas experiências, reflexões e estudos sobre o ballet clássico. Agora essa vivência virou o livro homônimo que percorre ao longo de 155 páginas (pelo menos no meu e-reader) questões do mundo ballet que vão do medo de girar até o amor pelo arabesque 90 graus, passando pelos reportórios favoritos sem esquecer de mencionar distúrbios alimentares e indo parar no ensino de ballet. Muito mais que um punhado de posts de blog reunidos, Dos Passos da Bailarina é um livro de crônicas sensível e sincero, de alguém que apesar de viver cercada por tutus cor-de-rosa, vivencia ballet clássico de um jeito intenso e realista, com todas as suas belezas e defeitos.

Não se engane, esse livro de crônicas é de alta qualidade. Se você nunca fez ballet na vida, mas gosta de arte e dança, não se preocupe. O livro arruma um jeito de te encantar. Ler mais

porMelissa de Sá

E essa tal de inspiração? Existe?

Inspiração. O sopro da musa. E lá está o artista num canto solitário, talvez meio na penumbra, talvez num lugar isolado. Levado por uma força invisível, ele (engraçado como nessas imagens é sempre um cara) produz uma obra incrível e única em apenas uma tarde ou noite solitária.

Inspiração…

Só que não.

De desenhar a escrever um livro de 500 páginas, quem já se atreveu em qualquer arte sabe que num processo de criação acontece de tudo, menos uma revelação súbita que te dá a obra inteira já de cara. Ler mais

porMelissa de Sá

Ballet depois dos 20 anos – Parte I

Ballet. Tutus. Sapatilhas. Saltos. Um mundo que cria um certo fascínio nas pessoas. Uma aura distante. O ballet parece estar a milhas de distância de nós meros mortais.

Só que não.

Foi o que eu descobri nesses últimos meses quando decidi que já passava da hora de voltar a usar sapatilhas.

Depois de mais de 10 anos sem dançar absolutamente nada (movimentar os ombros numa boate não conta como dança), voltar pro ballet se mostrou não apenas um desafio pessoal mas também uma ótima maneira de manter a forma, aumentar a concentração e buscar um contato maior com a arte. Os desafios pra quem começa ballet depois dos 2o anos não são poucos, mas não são tão instransponíveis assim. Ler mais

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